segunda-feira, 19 de julho de 2010

Você já ouviu falar em Telemedicina?


Sou relator do projeto que regulamenta o trabalho à distância, o PL 4.505/2008. O teletrabalho permite a ausência física do profissional, com interação viabilizada pelo uso das tecnologias de comunicação. Estamos falando de um avanço!

Em encontro que ocorreu na semana passada, discuti as implicações éticas e legais decorrentes do uso da telemedicina, com o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital.

Bem, em um país de vasta extensão, como o Brasil, muitas melhorias na área da saúde podem ocorrer com a formação de redes colaborativas integradas de assistência médica à distância.

Ganharemos benefícios como a redução dos custos com transportes e comunicações e a possibilidade de levar a medicina para as regiões mais remotas do país, onde as pessoas precisam urgentemente de assistência.

A Câmara Técnica de Telemedicina demonstrou total apoio à proposta, sugerindo apenas uma emenda (que considerei pertinente): as normas éticas sobre a matéria devem ser de responsabilidade do CFM.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oposição é discriminada no empenho de emendas: abuso de poder

Talvez você ainda não saiba disso, mas enquanto cidadão precisa entender como andam as coisas dentro do Palácio do Planalto. E uma realidade que influencia diretamente em sua vida é a discriminação no empenho de emendas parlamentares da oposição.

Para que todos possam entender melhor, quando o governo empenha uma emenda, ele está empenhando uma autorização para pagamento futuro. Então, o recurso fica assegurado no orçamento, que na maior parte das vezes, é para oferecer benefícios aos estados e municípios de deputados e senadores.

Agora, vejam a discrepância: Só neste ano o PMDB já garantiu R$ 146,2 milhões em emendas empenhadas, (32% do previsto no Orçamento), enquanto o PT aparece na 2ª lugar na lista, com R$ 98,6 milhões garantidos (25% do previsto). Nós, PSDB, como somos oposição, estamos na rabeira. Temos aprovado somente R$ 23,2 milhões (6% aprovados no orçamento).

Não precisamos fazer cálculos matemáticos para perceber que essa distribuição favorece o governo e seus aliados. Isso prova o abuso do poder econômico e o uso da máquina administrativa em benefício oposto ao que realmente se dispõe uma democracia. Em vez de buscar o atendimento das demandas sociais - justamente a função dos parlamentares - o governo está apenas de olho nas eleições.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ampliação do Bolsa Família ao ensino profissionalizante

Serra tem como fundamento da sua política social a manutenção de todos os programas que têm dado certo. Inclusive, ele pretende aperfeiçoar toda a rede de proteção social iniciada no governo Fernando Henrique, quando foram criadas ações como a Bolsa Escola e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. A visão do PSDB consiste em manter o Bolsa e ampliá-lo a qualificação profissional.

Deixa eu explicar melhor, os jovens receberiam uma bolsa para frequentar cursos técnicos e profissionalizantes. Os recursos seriam usados para cobrir despesas do aluno ao longo do curso. Em São Paulo, o ensino técnico foi fortalecido e temos que levar esse trabalho para todo o Brasil. Dessa forma, jovens, principalmente os mais carentes, poderão ter mais oportunidades no mercado de trabalho.



quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reajuste dado sob pressão e veto para o fim do fator previdenciário

É bom destacar que o presidente sancionou a Lei de Reajustes dos aposentados em 7,7% depois de grande pressão feita pelo congresso, em especial, pela oposição. Porém, vetou o importantíssimo fim do fator previdenciário.


O que lamentamos muito é que segundo o cálculo o valor do benefício diminui. Ou seja, ao longo dos anos, o aposentado recebe cada vez menos. Imaginem só, todo ano um pouco menos! Claro, que é muito menos qualidade para o povo.

A tentativa agora é derrubar o veto. Difícil, mas vamos tentar!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Redução de Impostos


Você sabia que o Brasil é um dos países do mundo que mais cobra impostos? No entanto ainda é um dos piores na prestação de serviços. Hoje existem 83 tributos, taxas e contribuições, que consomem em média 40% do salário dos trabalhadores. Ou temos uma redução de impostos ou ficaremos andando a passos de tartaruga. Vale lembrar que a ex-ministra Dilma ainda defende a criação de um novo tributo, a Contribuição Social para Saúde (CSS) para substituir a antiga CPMF.

É preciso, primeiro, empregar corretamente o dinheiro público. Evitar o abuso de custeio da máquina administrativa e trabalhar para que as políticas públicas sejam eficientes. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp, mostra que 65% acusam o sistema tributário como a maior trava ao aumento dos investimentos. Isso demonstra que impostos altos, desviados e mal geridos (como temos visto) são nós, que precisam ser desatados para permitir o desenvolvimento do país.